COMENTÁRIO sobre Atos dos Apóstolos, cap. 18 – Pregando entre os Gentios

Quem se atreveria a dizer que o grande apóstolo Paulo, embora sincero e apaixonado, estava usando uma estratégia errônea de evangelização naqueles primeiros esforços missionários entre os pagãos da Ásia? Ele tinha certeza de que havia sido chamado como um apóstolo para pregar os gentios. Ele havia concordado alegremente com o que a Igreja lhe pediu para fazer.

No entanto, os eventos que ocorreram em sua primeira jornada missionária demonstraram que suas ações não estavam combinando com o que o Espírito o havia inspirado a fazer. Paulo seguiu sua própria inclinação, por exemplo, ao pressionar a Barnabé e ao dar preferência aos Judeus na pregação da mensagem. Isso não era consistente com o mandato recebido do Espírito Santo. As ações de Paulo foram, sem dúvida, derivadas de suas fortes raízes culturais e espirituais. No entanto, a pregação do evangelho aos pagãos foi afetada pela inclinação de Paulo em querer convencer os Judeus primeiro. Sua estratégia influenciou os Judeus, o que causou sérios problemas mais tarde.

Apesar disso, igrejas foram estabelecidas em Antioquia, Icônio, Listra e Derbe. Igrejas formadas principalmente por crentes vindos do paganismo. No final, os objetivos do Espírito são alcançados e a porta da fé é aberta aos pagãos. Como colaborador de Cristo, preciso me perguntar, com urgência, se estou tão perto do Espírito a ponto de ouvi-lo claramente dizer que direção devo tomar na missão que Deus me concedeu.

Jorge Torreblanca
Assistente do Presidente
Seminário Teológico Interamericano

 

Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/aa/18  
Leitura correspondente no livro DTN:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/177/187/pregando-entre-os-gentios

 

 

COMENTÁRIO sobre Atos dos Apóstolos, cap. 17 – Arautos do Evangelho

Arautos eram indivíduos cujo dever era fazer proclamações públicas à comunidade em nome de seus comandantes. Em nosso mundo, onde os meios modernos tomaram o lugar dos mensageiros pessoais, considero um incrível privilégio ser um arauto da paz de Deus por meio do exemplo de minha vida e da proclamação da verdade do evangelho. Em obediência ao meu Divino Comandante, é um privilégio anunciar as boas novas de que há salvação gratuita em Jesus para todos os que querem aceitá-la. Quero permanecer fiel e cumprir essa missão onde quer que o Senhor me leve.

Nem sempre é fácil, mas Ele me dá coragem e força. Minha convicção aumenta minha responsabilidade de permanecer fiel em meu posto do dever – confiando não em mim mesmo, mas em Deus e no poder de sua força. Convencido de que quando ele chama, ele também capacita, eu preciso de Deus para me ajudar a não pensar primeiro em meu próprio conforto e conveniência. Preciso que Ele me ajude, como Barnabé, a não ser severo, mas paciente com os mais fracos no trabalho e estar sempre disposto a dar-lhes outra chance.

É meu anseio que Jesus, que é a Luz, viva e seja glorificado em mim, fazendo de mim um farol luminoso que anuncia esperança e salvação àqueles que enfrentam as águas tempestuosas do fatídico mar da vida contemporânea.

Marco T. Terreros
Vice-presidente acadêmico
Seminário Teológico Adventista Interamericano
Porto Rico.

Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/aa/16
Leitura correspondente no livro DTN:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/166/176/arautos-do-evangelho

 

COMENTÁRIO sobre Atos dos Apóstolos, cap. 16 – O Evangelho em Antioquia

Como foi que os apóstolos, Paulo, Barnabé e outros discípulos falaram corajosamente a favor de Cristo? Eles foram equipados e comissionados pelo Espírito Santo para proclamarem as Boas Novas. Assim, a mensagem do evangelho se espalhou além das regiões de Jerusalém e além do primeiro século chegando até nossos dias.

Deus nos deu talentos e dons para o avanço das boas novas da salvação. O tempo está transcorrendo muito rapidamente, Cristo está voltando em breve, e há muito a ser feito na vinha de Deus. No entanto, muitos membros da igreja estão frios, indiferentes e ocupados com assuntos triviais. Hermut Haubeil identifica esse tipo de membros da igreja como cristãos carnais (Passos para o Avivamento Pessoal). Quando rendermos a Deus tudo o que somos e temos, seremos batizados com o Espírito Santo e nos tornaremos cristãos espirituais. Deste modo poderemos ser usados ​​poderosamente para servir os outros para a glória e a honra de Deus.

A Igreja é o vaso escolhido por Deus e o candelabro para comunicar a mensagem de amor do Salvador. O que, como e quando vou comunicar essa mensagem de amor? Lucas 8:50 me diz que o medo é inútil; o que eu preciso é confiar. Eu não deveria me apoiar em minha compreensão e percepção, mas ser guiado pelo Espírito Santo. Graças a Deus não estou sozinho ao trabalhar para Ele!

Myrna Colon
(Presidente aposentada da Universidade Adventista das Antilhas, Mayaguez, Porto Rico)
Atual estudante do Mestrado em Ministério Pastoral do Seminário Teológico Adventista Interamericano, Porto Rico.

Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/aa/16
Leitura correspondente no livro DTN:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/155/165/a-mensagem-do-evangelho-em-antioquia

 

COMENTÁRIO sobre Atos dos Apóstolos, cap. 15 – Liberto da Prisão

Você considera a “existência” dos anjos uma realidade? No Ocidente, muitas vezes desaprovamos aqueles que relatam experiências sobrenaturais, já que nossa visão de mundo tende a ser racional e naturalista. A história de Pedro sendo libertado por um anjo sempre me pareceu um poderoso testemunho acerca das ações dos anjos. No entanto, é lógico? Pode ser provado? Além disso, parte de mim quer se concentrar em porque Pedro foi liberto e Tiago não. Por que Tiago teve que morrer? Por que os anjos libertam alguns da prisão e não outros?

Meu racionalismo ocidental salta da sepultura em que tento mantê-lo sepultado. Então, vou ao meu diário de oração e leio acerca de situações em que fui liberto sem nenhuma explicação possível, exceto a intervenção dos anjos. Eu até me lembro de vezes em que outros afirmam terem visto anjos ao meu lado ou experiências incríveis que hesito em compartilhar.

Ainda tenho perguntas sobre a teodicéia (justiça de Deus), ainda luto para entender algumas das minhas experiências, mas quando essas perguntas pressionam contra a minha convicção baseada na Palavra de Deus, sinto-me inspirado a aceitar a presença de anjos em minha vida. A revelação das Escrituras e este maravilhoso livro “Atos dos Apóstolos” iluminam as salas escuras da minha mente.

Eu considero a “existência” dos anjos uma realidade porque não tenho opção. Eu já estive perto deles. Eu fui abençoado com o que aprendi acerca deles na revelação de Deus por escrito – a Sua Palavra.

Efraín Velázquez
Presidente
Seminário Teológico Adventista Interamericano

Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/aa/15
Leitura correspondente no livro DTN:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/143/154/liberto-da-prisao

 

COMENTÁRIO sobre Atos dos Apóstolos, cap. 13-14 – Dias de Preparo

Quão empolgante é saber que Deus nos escolheu e não anjos para compartilhar as boas novas! Mas como o Céu pode usar esses meios imperfeitos para cumprir a missão de alcançar os perdidos?

Pedro e Paulo destacam-se como os melhores exemplos dos piores instrumentos possíveis para compartilhar o Evangelho. Paulo é descrito como um fanático intolerante que odiava os seguidores de Jesus. Mas então, sua fé mudou com base na evidência esmagadora que ele voltou a enxergar sob a direção do Espírito Santo. Saulo não se converteu de uma religião para outra, mas de um relacionamento para outro. Ele havia dependido de seus méritos a vida toda e agora Paulo foi salvo pela justiça de Jesus. Paulo causou impacto naqueles que o ouviram devido aos seus argumentos das profecias; Seu ministério não tinha como objetivo apenas agradar o consumidor. Ele apelou para os “sábios” e o “tolos” com a loucura do Evangelho.

Pedro era xenofóbico, tinha problemas de controle da raiva e sua língua era mais rápida que seu cérebro. No entanto, sua experiência com Cornélio demonstra como o Espírito Santo pode transformar e capacitar aqueles a quem Ele chama. O preconceito era um obstáculo comum para esses homens de Deus, algo contra o qual lutaram durante anos. Por fim, tanto Pedro como Paulo tornaram-se eficazes em compartilhar o evangelho com os seus dons.

Anseio por uma experiência marcante com Jesus, como Pedro e Saulo tiveram junto ao mar da Galiléia ou no deserto, longe do meu celular, onde eu possa me concentrar na oração e no estudo profundo da Bíblia. Eu clamo a Deus para ser um vaso digno, assim como Pedro e Paulo, transformado pelas mãos do Mestre.

Efrain Valazquez II
Presidente
Seminário Teológico Adventista Interamericano

Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/aa/13-14
Leitura correspondente no livro DTN:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/123/130/dias-de-preparo
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/131/142/um-inquiridor-da-verdade

 

 

COMENTÁRIO sobre Atos dos Apóstolos, cap. 11-12 – O Evangelho em Samaria

Listas de tarefas, compromissos e prazos. Eles nos mantém motivados, produtivos, bem-sucedidos – seja para o trabalho, para a escola, para o ministério ou para qualquer outra coisa considerada digna de investirmos nosso tempo. A ironia é que essas ferramentas que nos mantém focados e concentrados podem ser as mesmas que nos distraem de encontros mais significativos. Em vez de a narrativa de nossas vidas ser uma pilha de listas completadas, Deus deseja interceptar nossos dias programados.

O encontro de Filipe com o Etíope e o encontro de Ananias com Saul, o perseguidor número um dos cristãos, ilustra a poderosa obra transformadora que o Espírito Santo realiza na vida da humanidade. Esses milagres aconteceram no passado, mas Deus quer recriar essa experiência de novo e de novo!

Já que “em todo o mundo, homens e mulheres estão olhando desesperadamente para o céu, … ansiando por luz”, e estão “à beira do reino, apenas esperando para serem reunidos”, você não acha que deveria haver muitos outros encontros divinos surpreendentes mesmo que interrompam nossos dias planejados? Deus está constantemente atraindo corações à Ele e desejando conectar pessoas à Sua igreja. Devemos pedir por momentos especiais em que Deus nos use para guiar alguém até Ele!

Nesta nova semana, ore por um encontro divino. Isso deverá alterar a rotina de sua lista de tarefas.

Pastor Tiffany A. Brown
Diretor do Centro REACH de Evangelismo Urbano
Tacoma Park,  Maryland – EUA

Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/aa/11-12
Leitura correspondente no livro DTN:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/103/111/o-evangelho-em-samaria
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/112/122/de-perseguidor-a-discipulo

 

COMENTÁRIO sobre Atos dos Apóstolos, cap. 9-10

As testemunhas foram pagas.

O testemunho foi falso.

E o julgamento foi injusto.

Estêvão ficou ali, acusado pelos homens, mas com o rosto brilhando como o de um anjo. Ele apresentou sua defesa com coragem e convicção. No meio de sua defesa, Estêvão se entregou. Ele sabia que seu destino estava selado. Não havia nada que ele pudesse fazer. Naquele momento, quando Estêvão estava prestes a ser condenado, Jesus apareceu: “Eis que vejo os céus abertos e o Filho do homem em pé à destra de Deus.”

No meio de um julgamento injusto, o juiz celestial apareceu. Nos momentos anteriores a sua morte, Jesus assegurou a Estêvão que ele um dia herdaria uma coroa da vida. Com que frequência ansiamos pela mesma certeza?

É por essa razão que a história de Estêvão é tão poderosa. Naquele momento, Jesus revelou algo que não é verdade somente para Estêvão, também é verdade para você e para mim. Haverá dias em que estaremos condenados – talvez até ao ponto da morte. Nesses momentos, lembre-se de que mesmo que você seja condenado pelos homens, você é absolvido nas cortes do céu.

Antes de Estêvão adormecer, ele chegou a ver Jesus. E a primeira pessoa que ele verá quando acordar será Jesus. Que isso também seja verdade para nós, não importa o que passemos nesta vida.

Thomas Rasmussen
Estudante do Seminário Teológico da Universidade de Andrews
Pastor da União Dinamarquesa de Igrejas

Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/aa/9-10

Leitura correspondente no livro DTN:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/87/96/os-sete-diaconos e
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/97/102/o-primeiro-martir-cristao