COMENTÁRIO sobre O Grande Conflito, cap. 5 – Arautos de uma era melhor

Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/gc/5

John Wycliffe, a “Estrela da Manhã” da reforma, é uma inspiração para jovens estudantes como eu. Ele tinha o espírito de um aprendiz. Acredito firmemente que essa é a razão pela qual Deus foi capaz de usá-lo poderosamente para ser o precursor da reforma.

Wycliffe estudou por si mesmo. Ele não tinha reformadores que o precederam de “cuja obra ele poderia moldar seu sistema de reforma”. Ele não fez da carne seu braço, e isso significava que Deus poderia ensiná-lo. “Na amplitude do intelecto, na clareza de pensamento, na firmeza de manter a verdade e na ousadia de defendê-la, ele foi igualado por poucos que vieram depois dele.”

Outra razão pela qual admiro Wycliffe é porque ele tomou a iniciativa. Ele não esperou que alguém começasse o trabalho. Ele viu uma necessidade e fez o que pôde. Se todo membro da igreja tivesse o espírito de John Wycliffe, haveria uma reforma no mundo hoje para combinar com o reavivamento pelo qual você e eu estamos orando.

Lembro-me das palavras de Jesus em Lucas 16: “Pois os filhos deste mundo são, em sua geração, mais sábias do que os filhos da luz.” O zelo demonstrado pelas pessoas do mundo é uma repreensão para nós em nosso trabalho para a Senhor. É preciso apenas uma faísca para acender um fogo. Vamos nos esforçar para ser essa centelha em nossa esfera de influência. Vamos, como Wycliffe, assumir as responsabilidades que foram negligenciadas e fazer o que precisa ser feito para acelerar a vinda de nosso Senhor.

Ainy Evelyn Stephens
Estudante, Instituto de Treinamento do Leste Asiático, Malásia

Leitura correspondente no livro GC:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/1/79/96/arautos-de-uma-era-melhor

COMENTÁRIO sobre O Grande Conflito, cap. 4 – Um povo que difunde luz

Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/gc/4

Localizados em zonas de conflito e sob o constante esforço de um regime religioso e / ou político que restringe a liberdade de crença e expressão, os países conhecidos como “janela 10/40” tornaram-se o lar de muitos casais e famílias missionárias. Apesar de terem suas vidas ameaçadas, essas pessoas têm sido impactadas com experiências reais com Deus e têm testemunhado incríveis histórias de conversão.

Os valdenses também desempenharam um papel crucial no passado. Consagrados a Deus, esses homens e mulheres não permitiram que a oposição lhes abatesse a fé. Diante das chamas das fogueiras ou do instrumento afiado, eles permaneciam eretos e resolutos, prontos para dar ao mundo um testemunho corajoso de confiança em Deus. Quanto mais a Igreja de Roma os perseguia, mais devotados se tornavam em defesa da verdade bíblica. Até mesmo suas crianças e jovens eram instruídos a defender a sua fé até a morte.

Nem todos somos chamados a pregar em lugares perigosos e distantes, mas a brilhar nossa luz e a transmitir a mensagem do evangelho eterno em claros sons onde quer que estivermos. Assim como os valdenses, nosso trabalho deve começar principalmente em casa. De dentro para fora, é o trabalho individual e familiar que o Espírito Santo realiza e que nos permitirá proclamar o último chamado de Deus ao mundo. Que nossa resposta ao Senhor a cada dia seja: “Eis-me aqui; envia-me a mim”.

Rosana Barros
Esposa, mãe e escritora
Brasil

Leitura correspondente no livro GC:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/1/61/78/um-povo-que-difunde-luz

COMENTÁRIO sobre O Grande Conflito, cap. 4 – Um povo que infunde luz

Localizados em zonas de conflito e sob o constante esforço de um regime religioso e / ou político que restringe a liberdade de crença e expressão, os países conhecidos como “janela 10/40” tornaram-se o lar de muitos casais e famílias missionárias. Apesar de terem suas vidas ameaçadas, essas pessoas têm sido impactadas com experiências reais com Deus e têm testemunhado incríveis histórias de conversão.

Os valdenses também desempenharam um papel crucial no passado. Consagrados a Deus, esses homens e mulheres não permitiram que a oposição lhes abatesse a fé. Diante das chamas das fogueiras ou do instrumento afiado, eles permaneciam eretos e resolutos, prontos para dar ao mundo um testemunho corajoso de confiança em Deus. Quanto mais a Igreja de Roma os perseguia, mais devotados se tornavam em defesa da verdade bíblica. Até mesmo suas crianças e jovens eram instruídos a defender a sua fé até a morte.

Nem todos somos chamados a pregar em lugares perigosos e distantes, mas a brilhar nossa luz e a transmitir a mensagem do evangelho eterno em claros sons onde quer que estivermos. Assim como os valdenses, nosso trabalho deve começar principalmente em casa. De dentro para fora, é o trabalho individual e familiar que o Espírito Santo realiza e que nos permitirá proclamar o último chamado de Deus ao mundo. Que nossa resposta ao Senhor a cada dia seja: “Eis-me aqui; envia-me a mim”.

Rosana Barros
Esposa, mãe e escritora
Brasil

Leitura correspondente no livro GC:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/1/61/78/um-povo-que-difunde-luz

COMENTÁRIO sobre O Grande Conflito, cap. 3 – Como começaram as trevas morais

Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/gc/3

Conhecida como “Idade Escura”, a Idade Média destacou-se como um período de apostasia, de trevas morais e de severa perseguição religiosa. Sob as ordens inegociáveis do pontífice de Roma, mesmo os reis da Terra tinham de se curvar àquele cujo título era: “Senhor Deus, o Papa”. Milhares de cristãos foram obrigados a refugiar-se nos antros da Terra e outros milhares torturados e mortos. Entretanto ameaça alguma poderia tombar a fé desses cristãos zelosos.

“Durante séculos a circulação da Escritura foi proibida” (p. 49). Cumpriu-se com rigor a profecia de Oséias: “O Meu povo está sendo destruído porque lhe falta o conhecimento” (Os. 4:6). A igreja cristã tornara-se apenas uma religião nominal. A terrível e acentuada desordem social foi uma prova inequívoca da loucura humana em desprezar o “Assim diz o Senhor”.

O passado é um alerta para o futuro. Um tempo sobremodo escuro está porvir, descrito pelo profeta Daniel como “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn. 12:1). Apenas permanecerão em pé os perseverantes e fiéis que têm como regra de fé e prática a Palavra de Deus.

Compreendendo o que nos aguarda, nossa perspectiva pode ser otimista. A nossa redenção se aproxima, amados! Que ao soar a meia-noite, sejamos encontrados apercebidos. Vigiemos e oremos para sermos encontrados fiéis!

Rosana Barros
Esposa, mãe e escritora
Brasil

Leitura correspondente no livro GC:

http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/1/49/60/como-comecaram-as-trevas-morais

COMENTÁRIO sobre O Grande Conflito, cap. 2 – O valor dos mártires

Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/gc/2

Quando minha família conheceu a igreja, eu tinha apenas doze anos de idade. E naquele ano escolar, fui perseguida por colegas, de forma que eu me escondia quase todos os dias na hora do recreio. Mas sempre que precisavam de ajuda, estava disposta a ajudá-las nas atividades e trabalhos escolares. No fim daquele ano, elas me pediram desculpas. Não ganhei amigas, mas fiquei feliz com o sorriso de Jesus, com a certeza da Sua aprovação.

A igreja primitiva sofreu exatamente o que Jesus havia predito. Em sua fidelidade e peculiar temperança, tornou-se uma inconfundível norma que revelava os pecados dos ímpios. Sua firme convicção e sua vivência conforme os princípios da vida do Salvador lhes era como seta mortal, e, tomados pela inveja e pelo ódio, tornaram-se os piores perseguidores dos verdadeiros adoradores.

Mesmo sob constante ameaça, aqueles discípulos da escola de Cristo perseveraram em seguir nas pisaduras de seu Mestre. A aprovação de Deus era-lhes o bem mais precioso. As perseguições só lhes reforçava a pura verdade das Escrituras: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12).

“Haja um reavivamento da fé e poder da igreja primitiva, e o espírito de opressão reviverá, reacendendo-se as fogueiras da perseguição” (p.46). Sejamos o motivo do sorriso de Jesus! Reaviva a Tua igreja, Senhor!

Rosana Barros
Esposa, mãe e escritora
Brasil

Leitura correspondente no livro GC:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/1/39/48/o-valor-dos-martires

COMENTÁRIO sobre O Grande Conflito, cap. 1 – Predito o Destino do Mundo

Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/gc/1

Acusado de assassinar covardemente quarenta e oito mulheres, o “Serial killer” Gary Ridgway assumiu a culpa friamente perante um tribunal americano. E diante de familiares tomados pela dor e pelo ódio, Gary não demonstrava qualquer reação. Até que entrou em cena Robert Rule, pai de uma das vítimas, e disse as únicas palavras que fizeram o cruel assassino chorar: “Senhor Ridgway, têm pessoas aqui que lhe odeiam. Eu não sou uma delas. Você tornou difícil viver de acordo com o que eu acredito. E isso é o que Deus diz para fazer, que é perdoar. Você está perdoado, senhor”.

Em tempo de divina visitação, Israel não soube reconhecer a mais aguardada manifestação do Amor. Cristo “veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (João 1:11). Diante da terrível maldade em rejeitar e crucificar a Jesus, o mundo presenciou a mais comovente e incompreensível manifestação de perdão quando Jesus pronunciou as palavras: “Pai perdoa-lhes porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34).

O perdão que Jesus ofereceu aos que o crucificaram não quer dizer que Deus não estabeleça limites. A destruição de Jerusalém prefigurou o destino final de todos os que rejeitam aos apelos divinos.

Não sabemos se o serial killer aceitou o perdão do pai da vítima. Da mesma forma, nem todos aceitam o perdão incondicional de Jesus. Aceite, hoje, o perdão imerecido que Cristo lhe deu na cruz. Há verdadeira felicidade e vida eterna em aceitar tão precioso dom.

Rosana Barros
Esposa, mãe e escritora
Brasil

Leitura correspondente no livro GC:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/1/17/38/predito-o-destino-do-mundo

COMENTÁRIO sobre Atos dos Apóstolos, cap. 58 – A Igreja Triunfante

Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/aa/58

A Bíblia nos mostra que Jesus escolheu homens sem escolaridade para edificar a igreja de Deus. O trabalho desses discípulos não foi fácil. Eles experimentaram privação, calúnia e perseguição. No entanto, os discípulos de Jesus cumpriram sua missão e multidões seguiram a mensagem da cruz. Mas qual foi o segredo do sucesso deles? Como esses homens indoutos fizeram um trabalho que abalou a geração deles?

A Bíblia revela que os discípulos consagraram suas vidas à causa de Cristo. Eles foram obedientes a todas as instruções que seu mestre lhes deu. Além disso, os apóstolos de Jesus decidiram trabalhar, não sozinhos, mas com o poder do Deus onipotente. Essa foi a chave do triunfo deles. Eles construíram sobre uma base segura, a pedra angular e a Rocha dos Séculos. Não importava a intolerância, o preconceito e o ódio das pessoas que acreditavam que eram guiadas por Deus. E, embora um por um tenham morrido por causa de Jesus, novos trabalhadores imediatamente tomaram o lugar deles.

Quase dois milênios se passaram e a mensagem de Jesus ainda precisa ser pregada a todas as nações. O registro de vida desses apóstolos é um lembrete maravilhoso de que precisamos construir nossa vida em Jesus, a principal pedra angular, e trabalhar em cooperação com o Espírito divino. Assim, seremos apóstolos modernos, que abalarão este mundo com a mensagem de Deus.

Jesus Hanco
Professor de Novo Testamento e Grego Bíblico na Faculdade de Teologia
Universidade da União Peruana

Leitura correspondente no livro DTN:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/593/602/a-igreja-triunfante