Blog da semana 03/01/2016, sobre Patriarcas e Profetas, cap. 1

O título do primeiro capítulo impressiona: "Por que foi o pecado permitido?" Isto é um enigma para muitas pessoas, especialmente tendo em conta a afirmação de que "Deus é amor", com a qual Ellen White começa o capítulo. Por que um Deus de amor permite o pecado, o sofrimento, o mal e a morte em Sua criação? Se Deus é todo-poderoso, onisciente e todo-amoroso, porque permite que Sua criação seja perturbada e arruinada por criaturas que devem a sua própria existência a Ele?

Com base na Bíblia, Ellen White mostra como o pecado e a rebelião contra Deus começaram no céu com Lúcifer, um anjo altamente exaltado. Ele estava com ciúmes de Cristo e queria ser igual a Deus. Ela escreve: "Pouco a pouco Lúcifer veio a condescender com o desejo de auto-exaltação" (pp 35). Isso começou o que Ellen White chamou de “O Grande Conflito Entre Cristo e Satanás”. A leitura deste capítulo me ajudou a ver que não há realmente nenhuma razão para que Lúcifer se rebelasse contra o governo de Deus.

O capítulo explica porque Deus não destruiu Satanás imediatamente, mas permitiu-lhe desenvolver suas reais intenções, de modo que todas as criaturas inteligentes fossem capazes de ver as desastrosas consequências de rejeitar o soberano governo do Deus de amor.

Podemos agradecer a Deus pelo sacrifício de Cristo, não só pela salvação da humanidade caída, mas também porque o verdadeiro caráter de Satanás pôde claramente ser exposto perante todo o universo.

Peter van Bemmelen

Seminário Teológico da Universidade de Andrews

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