BLOG DA SEMANA 04/06/2017, sobre Profetas e Reis, cap. 24 e 25

É nas situações tristes e angustiantes que enfrentamos, juntos e individualmente, que ficamos perturbados, sem direção e até mesmo perdemos de vista a esperança. É nos momentos em que a tristeza e o mal parecem ter vantagem, que a gloriosa e abundante esperança, se torna, de fato, um presente muito apreciado.
Quando a jovem nação de Israel estava na fronteira da Terra Prometida, muitos que haviam começado a viagem do Egito não estavam mais vivos. Os profetas advertiram repetidamente sobre as consequências de se afastar de Deus e viver sem Ele. E o triste resultado para muitos foi que eles não viram nem viveram a concretização das promessas. No entanto, Deus manteve a promessa de restauração e esperança “naquele dia” que viria. No meio da dor, idolatria e rebelião, Deus concedeu a promessa de um dia perfeito. Foi a esperança que levou muitos a manter a presença refrescante de Deus em suas vidas desde a saída do Egito, há muito tempo.
Hoje, na fronteira da eternidade, nós também temos a opção de manter a presença refrescante de Deus conosco. Que prestemos atenção ao sábio conselho dos profetas e nos apeguemos a Deus, aquEle que nos concede grandes esperanças enquanto caminhamos em direção à terra prometida.

Jenniffer Ogden
Pastora de crianças e família
Igreja da Universidade Walla Walla, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/pk/24-25 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1540
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli

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