COMENTÁRIO SOBRE O Desejado de Todas as Nações, cap. 52-53

Vários anos atrás, interrompi uma longa viagem de carro para uma pausa, em uma parada em um parque. Poder me esticar e tirar uma soneca na minha van foi revigorante e logo eu estava pronta para retomar minha jornada. Saí então da van, parei na beira do playground lotado, e chamei: “Meninos, vamos, é hora de ir!” Um mar de rostos se voltou para a minha voz, mas apenas três deixaram o playground e se entraram na minha van. Eu poderia ter tentado falar mais alto ou ser mais insistente ou até implorado, mas não acho que mais crianças teriam atendido ao meu chamado.

Por que estes três agiram diferente? Eles eram meus meninos e eles conheciam minha voz. Apenas meus meninos vieram para a van. O resto se afastou da voz de um estranho. Naquele exato momento, percebi quanta coisa depende dos relacionamentos. Muito depende de poder reconhecer a voz de quem mais te ama.

“Não é o temor do castigo, ou a esperança da recompensa eterna, que leva os discípulos de Cristo a segui-Lo. Contemplam o incomparável amor do Salvador revelado em Sua peregrinação na Terra, da manjedoura de Belém à cruz do Calvário, e essa visão dEle atrai, abranda e subjuga o coração. O amor desperta na alma dos que O contemplam. Ouvem-Lhe a voz e seguem-nO.” DA 480.3

Karen Lifshay
Hermiston, Oregon

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/da/52-53
Equippe de tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Jobson Santos

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