COMENTÁRIO sobre O Desejado de Todas as Nações, cap. 81-82

Olhos lacrimejantes e corações aflitos muitas vezes não conseguem perceber a presença de Cristo.

Trancados no cenáculo, os discípulos passaram grande parte do Domingo da Ressurreição envoltos em tristeza, preocupação e medo. A dor esmagadora bloqueava sua capacidade de lembrar as promessas de Cristo ou de acreditar nos relatos das mulheres acerca de seu Senhor ressuscitado.

Cristo sabia que os discípulos, especialmente Pedro, estavam sobrecarregados de pesar e arrependimento. Querendo tranqüilizar seus amigos, a primeira tarefa compassiva de Cristo após a ressurreição foi demonstrar Seu amor incondicional e terno. Duas vezes antes de subir ao céu, Jesus deu mensagens a Maria e a outras mulheres: Diga aos meus discípulos que os verei em breve na Galiléia. Depois de ver seu pai, Cristo ofereceu outra mensagem de esperança. No entanto, os discípulos recusaram-se a acreditar nas mensagens tão cheias de esperança. A alegria permaneceu enterrada.

Somos diferentes? Quantas vezes os erros do passado, o medo de perigos iminentes ou o pesar por várias perdas nos cegam para a realidade de que o nosso Senhor ressurreto está ao nosso lado? Envoltos pela dor, perdemos a alegria porque acreditamos que Cristo não está presente em nossas circunstâncias. Oprimido pelo medo, nos esquecemos das promessas de Deus de que Ele nunca nos deixará. Como os discípulos, colocamos mais confiança em nossos sentimentos do que em Sua Palavra.

No entanto, Jesus é gentil conosco. Vez após vez, Ele tenta romper nossa dor e abrir nossos olhos para que sintamos sua presença. Ele anseia que confiemos em Seu amor infalível e que creiamos em Suas repetidas mensagens.

Acredite, meu amigo. Alegre-se!

Lori Engel
Capelã (atualmente com deficiências)
Eugene, Oregon, EUA

Texto original:

https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/da/81-82  

Leitura correspondente no livro DTN: http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/4/779/787/o-senhor-ressuscitou

e

http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/4/788/794/por-que-choras?  

 

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