COMENTÁRIO sobre Atos dos Apóstolos, cap. 43-44 – Em Roma

Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/aa/43-44

Há alguns anos andei pela Via Appia, a antiga estrada que leva a Roma, passando pelo Fórum Appii. Paulo, acorrentado a um grupo de criminosos de aparência embrutecida, andou por essa mesma estrada. Ainda pudemos ver as marcas na pedra feitas por carros romanos há 2000 anos atrás.

Ao passarmos por uma velha estalagem com a hera crescendo ao seu lado, imaginei o velho guerreiro da cruz curvado cansadamente no seu caminho para Roma, em meio aos insultos e zombarias lançados por aqueles que o consideravam um criminoso endurecido.

De repente, em minha mente, vi um homem saltar da multidão que passava, enredar Paulo com os braços em meio a lágrimas e contentamento. Repetidas vezes, essa cena se repete à medida que os filhos e filhas espirituais de Paulo reconheciam o amado evangelista que lhes havia falado palavras de vida em Corinto, Filipos e Éfeso. Que renovação da alegria e coragem deve ter chegado a Paulo quando seus amigos lhe agradeceram por seus esforços em favor deles.

Com que frequência nos lembramos de agradecer aos nossos mentores espirituais? Aqueles que nos ensinaram lições preciosas da Bíblia nos Desbravadores, Escola Sabatina ou Escola Bíblica seriam grandemente encorajados ao receber uma nossa nota de agradecimento! E que tal o pastor que nos batizou?

Se essa pessoa ainda estiver viva, poderemos fortalecer seu coração e trazer alegria ao seu caminho com uma palavra de agradecimento por seus esforços para nos ajudar a conhecer Jesus.

Cindy Tutsch
Diretora Associada (aposentada)
Patrimônio Ellen G. White

Leitura correspondente no livro AA:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/447/460/em-roma
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/461/468/os-da-casa-de-cesar

Traduzido por Jeferson Quimelli e Jobson Santos

COMENTÁRIO sobre Atos dos Apóstolos, cap. 41-42 – Quase Persuadido

Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/aa/41-42

Ninguém pronunciou palavras mais trágicas do que o Rei Agripa ao dizer: “Por pouco me persuades a me fazer cristão.” (At 26:28). Paulo havia acabado de apresentar a história do evangelho e terminou com um apelo à realeza para escolher a Jesus. Para sua perda eterna, Agripa, Berenice e Festo escolheram poder e prestígio em vez do submisso e humilde Salvador que deu tudo para salvá-los.

Embora a Bíblia não explicite isso claramente, eu me pergunto se as palavras de Paulo naquele palácio, no entanto, um dia produzirão a sua colheita (Is 55:11). Talvez houvessem naquela sala outros ouvintes da narrativa clara e poderosa de Paulo acerca dos principais eventos relacionados com a vida de Cristo na terra. Ele testificou que o Messias da profecia já havia aparecido na pessoa de Jesus de Nazaré. Ele mostrou como as Escrituras haviam mostrado que a vida de Jesus havia cumprido toda especificação delineada por Moisés e os profetas para identificar o Messias.

Para nós, muitos anos depois, o apelo do Espírito para viver completamente para Cristo vem com tanta certeza quanto o apelo de Paulo a Agripa. Ouvimos as preciosas histórias do evangelho em inumeráveis sermões, aulas e nas páginas de nossas Bíblias. Que nenhum de nós se torne apenas “quase persuadido”, mas que cada um de nós possa tomar a firme decisão de viver para Jesus todos os dias até que Ele venha!

Cindy Tutsch
Diretora Associada (aposentada)
Patrimônio Ellen G. White

Leitura correspondente no livro DTN:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/433/438/quase-persuadido
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/439/446/a-viagem-e-o-naufragio

Traduzido por Jeferson Quimelli e Jobson Santos

COMENTÁRIO sobre Atos dos Apóstolos, cap. 39-40 – O Julgamento de Paulo

Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/aa/39-40

O ódio dos líderes judeus em relação a Paulo não conhecia limites. Eles o queriam morto, mas ele estava fora do alcance deles. Paulo era um prisioneiro sob a custódia do governador romano Félix. Os judeus vieram para acusá-lo perante o governador, mas Paulo foi autorizado a se defender.

Podemos aprender algo muito importante da experiência do apóstolo. Ele não permitiu que o ódio e a injustiça do momento envenenassem seu coração. Em vez disso, ele viu isso tudo como mais uma oportunidade de alcançar uma alma para o reino de Cristo. Paulo, o evangelista incansável, cujo coração ardia com o amor de Deus, compartilhou poderosamente seu testemunho, que produziu um impacto no coração de Felix.

O que você teria feito? Você teria permitido que o ódio enchesse seu coração para com os judeus? Ou você teria sido capaz de elevar-se acima do momento e exercer os poderes de sua mente para dar um testemunho calculado para ganhar uma alma para Cristo?

“Na grande crise pela qual eles estão prestes a passar, os servos fiéis de Deus encontrarão a mesma dureza de coração, a mesma determinação cruel, o mesmo ódio inflexível.” Você está preparado para deixar de lado seus sentimentos para tentar ganhar um pessoa a mais para Cristo? Que Deus nos encha de um zelo para ganhar almas semelhante ao de Paulo.

Armando Lopez
Professor de Bíblia
Faculdade de Hartland
Rapidan, Virginia, EUA.

Leitura correspondente no livro DTN:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/419/427/perante-o-tribunal-de-cesareia
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/428/432/paulo-apela-para-cesar

COMENTÁRIO sobre Atos dos Apóstolos, cap. 38 – Paulo prisioneiro

Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/aa/38

Pressão – todos já enfrentamos isso antes – pressão para nos conformarmos, para ficarmos unidos, para evitarmos a posição desconfortável contra a maioria.

Como cristãos, ao defendermos a verdade sabemos que enfrentaremos oposição, então nos preparamos para a inevitável pressão e perseguição do mundo. Essa pressão externa pode não ser nosso maior inimigo, no entanto. Veja o exemplo de Paulo, proclamando destemidamente seu testemunho diante de uma multidão sedenta por sangue. Ele ficou firme pelo que é correto. Naquela noite, no entanto, penetrou no coração de Paulo um temor de “que seu proceder não tivesse sido agradável a Deus. Será que seu grande desejo de estar em união com seus irmãos o trouxera a esse resultado desastroso?”

Você vê, Paulo cedeu à pressão interna. Seu desejo de unidade com os líderes da igreja estava correto, mas em um momento de pressão, ele não conseguiu buscar a vontade de Deus em primeiro lugar e acima de tudo. Como resultado, ele cedeu a um comprometimento que interrompeu seu ministério.

O diabo é sutil. Se ele não puder nos ludibriar para ceder à pressão externa, ele usará a pressão interna vinda de cristãos descomprometidos. Na pressão que você pode estar enfrentando hoje, como você reagirá? Não permita que o diabo interrompa o seu trabalho!

Sabrina Petersen
Estudante da Faculdade de Hartland
Rapidan, Virginia, USA

Leitura correspondente no livro DTN:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/399/418/paulo-prisioneiro

COMENTÁRIO sobre Atos dos Apóstolos, cap. 36-37 – Apostasia na Galácia

Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/aa/36-37

Uma das maiores necessidades hoje para os jovens, especialmente jovens ministros é a de modelos. O apóstolo Paulo, através de um encontro dramático com Jesus, transformou-se de um grande inimigo da igreja cristã em um homem cujo exemplo é seguro seguir. Em sua vida, vemos uma pessoa cujo coração doía quando sua igreja estava em perigo. A sua preocupação na vida não era a respeito do salário, mas a respeito das almas estarem firmemente enraizadas e fundamentadas na verdade, imutáveis ​​em seu relacionamento com Jesus. Seu fardo, o motivo para todas as suas ações, seu objetivo em cada movimento que ele fazia, era ter homens e mulheres firmemente nas mãos de seu Senhor, de tal modo que nenhuma quantia de perseguição ou engano poderia abalá-los.

Sabendo que o ministério para as igrejas não é “tamanho único”, Paulo adaptou sua abordagem para atender a diferentes classes de pessoas. Ao enfrentar homens verdadeiramente enganados por heresias sutis, Paulo usou terna paciência e cuidado. Quando confrontados por falsos mestres arrogantes cuja missão parecia ser destruir a jovem igreja da Galácia, ele corajosamente e severamente repreendeu. Como ele sabia como e quando adaptar sua abordagem? Simples! Tomou tempo para meditar, suplicar a Deus por sabedoria e ser cheio do poder do Espírito Santo.

Possamos nós com Paulo assumir este grande trabalho de preparar um povo para encontrar com o Senhor em paz!

David Symons
Estudante da Faculdade de Hartland
Rapidan, Virginia, USA

Leitura correspondente no livro DTN:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/383/388/apostasia-na-galacia

Leitura correspondente no livro DTN:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/389/398/a-ultima-viagem-de-paulo-a-jerusalem

COMENTÁRIO sobre Atos dos Apóstolos, cap. 34-35 – Ministério Consagrado

Texto original:https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/aa/34-35

Ah promessas! Tão fáceis de fazer, mas tão fáceis de quebrar. Promessas não cumpridas muitas vezes criam uma ruptura nos relacionamentos devido à confiança quebrada. Por outro lado, as promessas cumpridas trazem um relacionamento mais forte e mais completo. As promessas cumpridas mostram a integridade e o caráter do promitente como confiável, digno de confiança ​​e responsável. Como as promessas dos homens são voláteis, “é melhor confiar no Senhor do que confiar no homem… Pois ele falou e assim foi feito; ele ordenou, e se estabeleceu.” Salmo 118:8, 33:9.

Nós servimos a um Deus cujas palavras são poderosas, eternas e confiáveis. O encontro com o Salvador ressuscitado fez com que os discípulos entendessem o poder das palavras de Deus. Eles esperavam com alegria pela efusão do Espírito Santo no dia de Pentecostes. No entanto, eles não esperaram na ociosidade, mas com louvores e muita oração ao Pai em nome de Jesus, enquanto reivindicavam as promessas de Deus. Ao fazer isso, o relacionamento deles com Deus foi fortalecido.

Deus se agrada quando Seus filhos confiam em Suas palavras. “Honramos a Deus quando confiamos em sua palavra e saímos pela fé, acreditando que ele quer dizer exatamente o que diz. Ele não reteve seu melhor presente. ” {Review and Herald 19 de março de 1889, parágrafo 3} Enquanto aguardamos a segunda vinda de Jesus, apeguemo-nos com fé às Suas promessas à medida que avançamos, apressando Seu retorno.

Yik Min Wong
Aluna da Faculdade de Hartland
Rapidan, Virginia, USA

Leitura correspondente no livro DTN:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/359/371/ministerio-consagrado

Leitura correspondente no livro DTN:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/372/382/a-salvacao-para-os-judeus

COMENTÁRIO sobre Atos dos Apóstolos, cap. 33 – Trabalhando sob dificuldades

Você já esteve em uma situação em que você tinha o “direito” de fazer algo, ter algo ou se sentir de uma certa maneira, mas para um propósito maior você abriu mão desse “direito”? Como ministro do evangelho, Paulo tinha o direito de ser apoiado financeiramente pelas igrejas. Mas, a fim de promover a dignidade do trabalho manual e evitar que seus motivos fossem mal interpretados, Paulo decidiu renunciar a esse direito, recorrendo ao seu negócio de fazer tendas.

A maneira como Paulo procedeu nessas igrejas me lembrou de como Jesus escolheu deixar seu “direito” para um propósito infinitamente maior e maior, a nossa salvação. Mesmo Jesus sendo igual a Deus e tendo os direitos, privilégios e prerrogativas de Deus, enquanto na terra Ele escolheu abrir mão dessas prerrogativas. Ele poderia ter permanecido na sociedade dos anjos, mas Ele escolheu deixá-la para trás. Ele escolheu se humilhar para morrer a morte que ele não precisava sofrer, para que possamos viver a vida que não merecemos.

Que direitos precisamos abrir mão a fim de alcançarmos um propósito maior e um bem maior? Permitiremos que o amor e a humildade de Jesus fluam através de nós? Que o exemplo de Paulo e Jesus nos inspirem a escolher abrir mão de alguns privilégios a fim de ser alcançado um propósito maior.

Gabrielle da Silva
Faculdade de Hartland
Virginia, EUA


Texto original:
https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/aa/33

Leitura correspondente no livro DTN:
http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/346/358/trabalhando-sob-dificuldades